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Educação a distância remodela a formação dos novos profissionais

15/10/2019

pesar de ser o que mais aparece, o segmento corporativo responde por pouco mais de 10% do mercado de ensino a distância, o que prova que há muito por conquistar ainda, diz Sylvia Meirelles, diretora da edTech Fábrica de Cursos, que forma profissionais unindo aulas online e presenciais há 22 anos.

A executiva admite que falta receptividade do mercado a educação a distância, principalmente no governo e na academia, mas que o ensino online chegou para ficar, uma vez que é um mercado que, hoje, globalmente, gira mais de R$ 240 bilhões ao ano e projeta um crescimento em torno de 10% ao ano nos próximos cinco anos.

O Censo Educacional 2018 do Brasil, recém-divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC) constata a evolução do ensino a distância. Tanto que, pela primeira vez, a oferta de vagas nos cursos de graduação na modalidade educação a distância (EaD) foi maior que a do ensino presencial.

No ano passado, foram ofertadas 7,1 milhões de vagas nos cursos de educação a distância e 6,3 milhões em cursos presenciais. O número de cursos EaD cresceu 50% em um ano, passando de 2.108 em 2017 para 3.177 em 2018. "O ensino online muda a maneira de formar novos profissionais, mas temos muito por avançar", afirma Sylvia Meirelles. Assistam a entrevista com a diretora da Fábrica de Cursos, Sylvia Meirelles.

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