Formação de capital humano para a transformação digital -  Especial - Agência Telebrasil

Com recursos já existentes, TICs podem formar 250 mil por ano

09/05/2019

O Brasil tem plenas condições de dar saltos de produtividade com a transformação digital, mas isso exige uma modernização legislativa que impacte a competitividade e a qualificação profissional em Tecnologias da Informação e da Comunicação. E como destaca o presidente da Confederação Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação, Edgar Serrano, há ações fundamentais que não implicam novos custos ao Estado.

“Os principais desafios e demandas da Contic são desatar nós para garantir internet para todos e segurança jurídica para que as empresas possam fazer isso. E garantir que exista mão de obra suficiente. Modernizar a legislação não vai custar um centavo. E o que já é descontado da folha de pagamento pode ser efetivamente usado para o setor”, defende Serrano.

O presidente da Confederação, Edgar Serrano, ressalta a importância da aprovação do PL 10.762/18, que estabelece o Serviço Social e  Serviço de Aprendizagem da Tecnologia da Informação e Comunicação, dando à Contic a gestão de estimados R$ 1 bilhão por ano para qualificação profissional. Assistam à entrevista com Edgar Serrano.

Mitsubishi Electric cria programa de capacitação gratuita nas novas tecnologias

Empresa global de automação centraliza os treinamentos em big data, machine learning e Internet das Coisas. As aulas acontecem por meio de aprendizado à distância e cursos presenciais. Para 2019, a meta da companhia é treinar 1000 pessoas.

Organizações reclamam da falta de qualificação dos profissionais de Internet das Coisas

Lacuna de habilidades é um dos pontos críticos para o incremento dos negócios conectados, revela a pesquisa IoT Signals, produzida pela Microsoft, com 3000 tomadores de decisões em todo o mundo. A falta de recursos para treinamento da mão de obra também é vista como fator a mais de complexidade.

Sem pessoal, o sistema de Ciência e Tecnologia está em risco no Brasil

Com a falta de reposição de mão de obra qualificada nas instituições governamentais, o Brasil pode ver o desmonte de instituições em áreas como defesa, medicina nuclear e outras. De acordo com dados apresentados em Audiência Pública, no Senado, as perdas de pessoal variam entre 10% a 12% ao ano.

Brasil tem de ensinar as profissões do futuro

Para aproveitar a oportunidade da digitalização da economia, é obrigatório investir na formação de mão de obra, segundo o deputado federal Vinicius Poit.


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