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Cibersegurança: investimento é o que falta para reinserir profissionais no Brasil

09/04/2019

Sem investimento imediato em atualização do corpo técnico que já trabalha com TICs, o Brasil terá grande dificuldade para reduzir o gap de especialistas para Segurança da Informação, observa o líder de Segurança da IBM Brasil, João Rocha.

"A palavra imediata para se ter mais profissionais para segurança da informação é investimento. E não apenas nos que estão nas salas de aulas, mas, especialmente, naqueles que já estão no dia a dia da empresa. Um bom profissional de banco de dados pode, se bem treinado, trabalhar com segurança. Atualizar os profissionais é uma missão imediata", reforça o líder da IBM Brasil.

Sobre o profissional de segurança, João Rocha diz que o perfil ideal é o do polivalente e do curioso para entender como funcionam os sistemas e como as falhas acontecem. "É o garoto que gosta de mexer em tudo, é o profissional que futuca mesmo o que não sabe para aprender."

Como reduzir o gap de especialistas para as profissões do agora e do futuro, como segurança cibernética e defesa cibernética, é um dos temas do Painel Telebrasil 2019, que acontece de 21 a 23 de maio, em Brasília. Assistam à entrevista com o líder de Segurança da IBM Brasil, João Rocha.

TICs – Tecnologias da Informação e da Comunicação

Mitsubishi Electric cria programa de capacitação gratuita nas novas tecnologias

Empresa global de automação centraliza os treinamentos em big data, machine learning e Internet das Coisas. As aulas acontecem por meio de aprendizado à distância e cursos presenciais. Para 2019, a meta da companhia é treinar 1000 pessoas.

Organizações reclamam da falta de qualificação dos profissionais de Internet das Coisas

Lacuna de habilidades é um dos pontos críticos para o incremento dos negócios conectados, revela a pesquisa IoT Signals, produzida pela Microsoft, com 3000 tomadores de decisões em todo o mundo. A falta de recursos para treinamento da mão de obra também é vista como fator a mais de complexidade.

Sem pessoal, o sistema de Ciência e Tecnologia está em risco no Brasil

Com a falta de reposição de mão de obra qualificada nas instituições governamentais, o Brasil pode ver o desmonte de instituições em áreas como defesa, medicina nuclear e outras. De acordo com dados apresentados em Audiência Pública, no Senado, as perdas de pessoal variam entre 10% a 12% ao ano.

Brasil tem de ensinar as profissões do futuro

Para aproveitar a oportunidade da digitalização da economia, é obrigatório investir na formação de mão de obra, segundo o deputado federal Vinicius Poit.


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