Formação de capital humano para a transformação digital -  Especial - Agência Telebrasil

Brasil exige estratégia única para qualificar os profissionais do futuro

09/04/2019

O Brasil ainda está despertando para a transformação digital e muito do que se tem são iniciativas isoladas das empresas, observa o CEO da Braskem Idesa, Roberto Bischoff. À Telebrasil, o executivo afirma que é imperativo, agora, compartilhar ideias e ter uma estratégia única para formar mão de obra qualificada.

"O País e as empresas enfrentam o desafio de gerar uma mão de obra com qualificação diferente e em muitas profissões que ainda nem são muito conhecidas. O sistema educacional nacional e a academia precisam sentar à mesa para debater a formação dessa mão de obra", adverte Bischoff.

O CEO da Braskem Idesa diz que o ecossistema não pode mais ser fechado em si próprio, com parceiros e startups direcionados para um modelo próprio e fechado. "Temos de abrir. De dividir." A qualificação dos profissionais do futuro será tema de debate no Painel Telebrasil 2019, que acontece nos dias 21 a 23 de maio, em Brasília. Assistam à entrevista com Roberto Bischoff.

Mitsubishi Electric cria programa de capacitação gratuita nas novas tecnologias

Empresa global de automação centraliza os treinamentos em big data, machine learning e Internet das Coisas. As aulas acontecem por meio de aprendizado à distância e cursos presenciais. Para 2019, a meta da companhia é treinar 1000 pessoas.

Organizações reclamam da falta de qualificação dos profissionais de Internet das Coisas

Lacuna de habilidades é um dos pontos críticos para o incremento dos negócios conectados, revela a pesquisa IoT Signals, produzida pela Microsoft, com 3000 tomadores de decisões em todo o mundo. A falta de recursos para treinamento da mão de obra também é vista como fator a mais de complexidade.

Sem pessoal, o sistema de Ciência e Tecnologia está em risco no Brasil

Com a falta de reposição de mão de obra qualificada nas instituições governamentais, o Brasil pode ver o desmonte de instituições em áreas como defesa, medicina nuclear e outras. De acordo com dados apresentados em Audiência Pública, no Senado, as perdas de pessoal variam entre 10% a 12% ao ano.

Brasil tem de ensinar as profissões do futuro

Para aproveitar a oportunidade da digitalização da economia, é obrigatório investir na formação de mão de obra, segundo o deputado federal Vinicius Poit.


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