Formação de capital humano para a transformação digital -  Especial - Agência Telebrasil
Escola nacional será base de formação de militares e civis em defesa cibernética

Projeto do Exército transforma núcleo que dá cursos em parcerias para uma faculdade de graduação e pós-graduação, explica o coronel Paulo Sérgio Reis Filho.

Economia mais digital exige investimento em formação de mão de obra

Para se ter uma economia mais moderna e inovadora, o Brasil precisa ter políticas públicas pra especializar profissionais à nova era, diz o secretario de inovação do Ministério da Economia, Caio Megale.

Bancos gastaram R$ 38,4 milhões com treinamento de pessoas em TICs

Ao adotarem novas tecnologias nos seus produtos como big data, analytics e inteligência artificial, as instituições financeiras detectaram a necessidade de formar pessoas fora da chamada área de TI. "A tecnologia é pilar do negócio e todos têm de entender", diz o diretor de Tecnologia da Federação Brasileira de Bancos, Febraban, Gustavo Fosse.

Só com mão de obra capacitada, o Brasil terá uma agricultura 4.0

Com o maior uso de tecnologia, há uma demanda significativa de profissionais para o campo com o domínio de TICs, diz a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massurhá.

Brasil se ressente de talentos para avançar na indústria 4.0

Executivos brasileiros admitem uma grande dificuldade para achar profissionais capacitados para trabalhar com a economia digital, pontua estudo global da Deloitte.

TICs precisam de 420 mil profissionais em cinco anos

Maior parte das vagas vai para áreas da economia digital a partir do uso da nuvem, do big data, do analytics e da Internet das Coisas.


Com recursos já existentes, TICs podem formar 250 mil por ano

“O que já é descontado da folha de pagamento pode permitir o treinamento de 1 milhão de pessoas a cada quatro anos, pessoas que não teriam condições de ingressar no mercado digital”, afirma o presidente da Contic, Edgar Serrano.


Brasil precisa correr para formar profissionais para as novas relações de trabalho

O País, observa o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo César Alvim, ainda vive no século 20 e tem de acelerar as ações para entrar no século 21. "A economia digital exige uma concertação para se ter talentos no Brasil entre quem faz, quem fala e quem usa a Educação", propõe.


Exército trabalha para reter talentos para a defesa cibernética

A atividade exige qualificação altamente especializada, sendo de grande importância a identificação e a retenção de talentos, ressalta o comandante de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro, general Guido Amin Naves.


Cursos técnicos garimpam os novos talentos

O pró-reitor de Pós-Graduação da USP, Carlos Carlotti Jr., afirma que as universidades, acostumadas a formar para profissões predefinidas, agora, têm de olhar para profissões ainda desconhecidas. "O conhecimento hoje não é mais suficiente para saber se um aluno terá uma carreira daqui a cinco ou 10 anos. Há muito por mudar", observa.


Ensino formal no Brasil é de baixíssima qualidade

O grande desafio do País, registra o sócio-líder de Desenvolvimento de Mercado da Deloitte, Othon Almeida, é entender quais são as competências que os profissionais terão no futuro. "A hora é de reestruturar o processo educacional."


Educação de hoje é incapaz de formar os talentos exigidos pelas novas tecnologias

É necessário ter uma grade curricular mais atualizada e preparada para atender às demandas da inteligência artificial, computação em nuvem e segurança cibernética, enfatiza o vice-presidente de Cloud da IBM Brasil, Marcelo Braga. “A velocidade da tecnologia exige uma mudança hoje."


Kroton ajusta currículo à demanda do mercado de trabalho

Com uma base de quase 100 mil estudantes em cursos voltados para TICs, a Kroton criou uma Central do Emprego para entender quais são os funis de formação entre as universidades e as empresas.


Brasil precisa de mecanismos que multipliquem o bom professor por 1000

Para o professor da Fundação Dom Cabral Paulo Vicente Alves, o País precisa criar mais autônomos e menos autômatos. "Temos de investir em quem é criativo, curioso e queira criar coisa novas", pontua.


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